Pela infectologia
que cuida.
Uma SBI mais humana, integrada e comprometida com o ciclo completo da vida.
Uma sociedade mais forte, plural e transparente começa com quem entende a realidade da nossa especialidade. Conheça a proposta da Chapa 1.
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Juntos para o avanço da especialidade, com foco no ensino continuado, na ética, na transparência e na confiança. Esses são compromissos que não se negociam.
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1. Expansão do papel do infectologista na saúde pública, hospitais e telemedicina
O infectologista deixou de ser apenas o médico das epidemias. Hoje, é um profissional estratégico em todas as esferas do cuidado: da vigilância epidemiológica às decisões clínicas à beira do leito, do atendimento ambulatorial à telemedicina que rompe fronteiras geográficas.
Na saúde pública, o infectologista é protagonista na construção de políticas de prevenção e controle de doenças transmissíveis, como HIV, hepatites, tuberculose e arboviroses. Atua na vigilância epidemiológica, coordena campanhas de imunização e participa de estratégias de uso racional de antimicrobianos, pilares fundamentais para conter surtos, evitar resistência microbiana e proteger a população.
Nos hospitais, sua presença é indispensável para a qualidade e a segurança assistencial. É o especialista que lidera os Serviços de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (SCIRAS) , programas de stewardship de antimicrobianos e consultorias clínicas, contribuindo diretamente para a redução da mortalidade, da resistência bacteriana e dos custos hospitalares. O olhar do infectologista integra tecnologia, raciocínio clínico e ciência aplicada à realidade dos pacientes mais complexos.
Nos ambulatórios e consultórios, o infectologista acompanha pessoas com infecções agudas e crônicas, conduz terapias complexas como a terapia antirretroviral e orienta medidas de prevenção: da vacinação ao uso de profilaxia pré e pós exposição ao HIV. É o elo entre o cuidado especializado e a educação em saúde, promovendo adesão, retencão e qualidade de vida.
E na telemedicina, o alcance do infectologista se multiplica. Ele leva orientação e acompanhamento a regiões que não contam com especialistas presenciais, apoia profissionais generalistas diante de casos desafiadores e mantém o vínculo com pacientes crônicos, garantindo cuidado contínuo e seguro.
Expandir o papel do infectologista significa fortalecer todo o sistema de saúde. Significa reduzir internações e complicações, prevenir surtos e epidemias, e assegurar que o conhecimento científico chegue a quem mais precisa, onde quer que esteja.
2. Campanhas de valorização da Infectologia e do infectologista
Valorizamos quem cuida. E cuidar também é comunicar. Por isso, nossa proposta é aproximar a sociedade da Infectologia por meio de campanhas públicas de valorização, capazes de mostrar o impacto real do infectologista na vida das pessoas e na sustentabilidade do sistema de saúde.
Essas ações buscam ampliar a percepção pública sobre a especialidade, reforçando que o infectologista é o profissional que atua na prevenção — com foco em vacinação, diagnóstico precoce e segurança do paciente — e no manejo de doenças infecciosas em todos os níveis de complexidade, das infecções comunitárias às hospitalares.
Ao mesmo tempo, queremos conectar o trabalho do infectologista a temas do cotidiano, como o uso correto de antibióticos, a importância da vacinação ao longo da vida e o esclarecimento sobre doenças comuns, como pneumonia, dengue, ITU, tuberculose, HIV e ISTs. Informação clara, confiável e baseada em ciência é a melhor forma de promover cuidado e combater a desinformação.
Essas ações fazem parte do movimento de fortalecimento institucional. Acreditamos que a SBI deve ser reconhecida como uma entidade científica sólida, que dialoga com a sociedade, inspira confiança e integra-se de modo estratégico com gestores e outras especialidades médicas.
Como estratégia de longo prazo, propomos manter campanhas recorrentes e coordenadas nas mídias digitais, em datas-chave da saúde e em parcerias com o Ministério da Saúde, secretarias e sociedades médicas. Narrativas acessíveis, mas com rigor científico, devem alcançar tanto o público médico quanto o público leigo, formando uma ponte de confiança e reconhecimento.
Valorizar o infectologista é valorizar a ciência, a prevenção e o cuidado responsável. É construir um ciclo virtuoso de engajamento, inspirando jovens profissionais e fortalecendo, a cada nova ação, o papel essencial da Infectologia no presente e no futuro da saúde.
3. Título de Especialista em Infectologia (TEI) e selo “Especialista Titulado SBI”
- Valorização do Título de Especialista em Infectologia (TEI)
- O Título de Especialista em Infectologia (TEI), concedido pela SBI em parceria com a AMB, representa o mais alto reconhecimento de competência técnica e científica na área. Mais do que um exame, é um compromisso com a excelência, com a ciência e com a segurança dos pacientes.
- A Chapa 1 acredita que estimular e valorizar o TEI é fortalecer toda a especialidade. Propomos ampliar o acesso ao título, com iniciativas de incentivo e apoio aos candidatos, como cursos preparatórios, mentorias e benefícios em eventos da SBI.
- Também sugerimos ações de valorização profissional para os titulados, reforçando o prestígio do TEI como referência de qualidade assistencial, ética e científica. Esse reconhecimento deve se traduzir em visibilidade institucional, oportunidades de participação em grupos técnicos, representação em órgãos públicos e destaque nas comunicações oficiais da Sociedade.
- O TEI é um instrumento de fortalecimento da Infectologia e de consolidação da SBI como referência científica nacional. Ele reforça a credibilidade da especialidade diante de gestores, órgãos reguladores, indústria, imprensa e da comunidade médica, mostrando que o infectologista é um profissional altamente qualificado e comprometido com a prática baseada em evidências.
- Valorizar o TEI é valorizar a Infectologia. Fortalecer esse título é garantir à nossa especialidade o prestígio, o reconhecimento e a autoridade técnica que ela merece, unindo ciência, prática e compromisso social.
- Como forma de valorização simbólica, a SBI poderá adotar um selo ou menção de reconhecimento aos profissionais titulados, a ser utilizado em comunicações institucionais, currículos e eventos científicos, sempre de modo inclusivo e transparente.
4. Premiação e estímulo à formação de residentes
O futuro da Infectologia começa na residência. Fortalecer a especialidade passa, necessariamente, por investir em quem está se formando agora, estimulando o aprendizado contínuo, reconhecendo o mérito científico e aproximando jovens profissionais da nossa sociedade desde o início da carreira.
A Chapa 1 propõe ampliar o incentivo à formação por meio de ações estruturadas e concretas, como o Teste de Progresso em Infectologia (TPI) e programas de premiação científica.
O TPI será mais do que uma avaliação: será uma ferramenta de aprendizado e evolução. Permitirá acompanhar o progresso do residente ao longo da formação, identificar lacunas, estimular a atualização constante e fortalecer a preparação para o Título de Especialista em Infectologia (TEI). O objetivo é transformar o estudo em um processo dinâmico, contínuo e conectado à prática.
As premiações em congressos e eventos científicos também ganharão novo destaque. Trabalhos de excelência, produzidos e apresentados por residentes, devem ser reconhecidos publicamente. Isso motiva, valoriza o esforço e reforça a importância da ciência feita por jovens infectologistas. Queremos criar espaços de visibilidade, reconhecimento e orgulho.
Propomos ainda bolsas, menções honrosas e apoio à associação de residentes à SBI, incluindo a possibilidade de inscrição subsidiada para médicos do terceiro ano. Assim, estimulamos o engajamento nas atividades científicas e fortalecemos o vínculo entre os novos profissionais e a sociedade.
Mais do que formar especialistas, queremos formar lideranças. Reconhecer talentos desde cedo é fundamental para garantir a renovação de quadros e a continuidade da Infectologia como campo estratégico da medicina. As ações a serem implementadas visam aumentar a adesão dos infectologistas e dos médicos residentes à SBI, de modo que saibam que ser associado e participar das atividades da Sociedade traz benefícios para sua vida profissional.
Nosso compromisso é criar pertencimento e entusiasmo. Que cada residente se sinta parte ativa da comunidade infectológica, construindo, com orgulho e propósito, o presente e o futuro da nossa especialidade.
5. Fóruns sobre Graduação, Residência e Pós-Graduação em Infectologia
A formação em Infectologia precisa acompanhar o ritmo acelerado da medicina moderna. Para garantir isso, a Chapa 1 propõe a criação de fóruns permanentes de educação, espaços de diálogo estruturado que conectem graduação, residência e pós-graduação, fortalecendo a formação de infectologistas em todo o país.
Esses fóruns serão ambientes vivos de troca entre docentes, residentes, ligas acadêmicas, gestores e instituições de ensino — verdadeiros laboratórios de ideias para repensar currículos, competências e metodologias de ensino. O objetivo é retomar o protagonismo da SBI na formação das novas gerações, apoiando escolas médicas, programas de residência e centros de pesquisa com diretrizes unificadas e visão de futuro.
Na graduação, a proposta é despertar o interesse pela especialidade desde cedo, fortalecendo ligas acadêmicas e criando oportunidades de aproximação entre estudantes e profissionais atuantes.
Na residência, o foco será atrair e engajar jovens médicos por meio de incentivos, prêmios e integração com a sociedade, promovendo uma formação mais equânime e de alta qualidade em todas as regiões do país.
Na pós-graduação, o compromisso é com a ciência: estimular pesquisa de ponta, apoiar publicações em periódicos de alto impacto (Qualis A) e buscar custeio de taxas de publicação para associados.
Os fóruns também terão papel estratégico na harmonização curricular, mapeando os programas de ensino em Infectologia em todo o Brasil, identificando discrepâncias e estabelecendo competências mínimas essenciais para cada etapa da formação.
Além disso, serão motores de produção científica e colaboração, fomentando estudos sobre a qualidade do ensino em infectologia, projetos multicêntricos e redes de pesquisa que integrem diferentes regiões do país.
Com essa proposta, a SBI reafirma seu protagonismo acadêmico e científico, articulando-se com os setores público e privado para definir padrões de qualidade e garantir que a formação do infectologista brasileiro continue sendo referência de excelência.
A educação é o caminho para o futuro da Infectologia — e esses fóruns serão o ponto de encontro entre gerações, ideias e transformações.
6. Cursos de atualização contínua e uso de novas tecnologias
A infectologia é, talvez, a especialidade médica que mais muda em menos tempo. Novos antimicrobianos, diagnósticos rápidos, emergências epidemiológicas e terapias inovadoras transformam a prática clínica de forma constante. Manter-se atualizado não é um luxo — é uma necessidade para garantir segurança, qualidade e excelência assistencial.
A Chapa 1 propõe a criação de cursos de atualização contínua, estruturados e acessíveis, que permitam ao infectologista estar sempre preparado para os desafios do dia a dia. O foco será unir rigor científico e inovação tecnológica, aproveitando o potencial do ensino digital, das simulações e da realidade aumentada para transformar o aprendizado em experiência prática.
Esses cursos serão realizados por meio de plataformas digitais interativas, com conteúdos multimídia e metodologias que tornam o ensino mais dinâmico e aplicável à rotina clínica. A proposta inclui também o uso de tele-ensino, simuladores clínicos e ferramentas imersivas, capazes de treinar a tomada de decisão em cenários complexos e reais.
A educação digital amplia o alcance da SBI. Profissionais de todas as regiões — inclusive os que atuam longe dos grandes centros — poderão ter acesso democrático ao conhecimento, reduzindo desigualdades e eliminando barreiras geográficas e financeiras.
Atualizar continuamente é valorizar o especialista e fortalecer a especialidade. Cada infectologista preparado representa um sistema de saúde mais seguro: com melhor uso de antimicrobianos, resposta mais rápida a surtos e emergências sanitárias, e práticas clínicas alinhadas à ciência e à inovação.
Investir em formação contínua é investir na própria essência da Infectologia — uma especialidade que evolui com o mundo, mas que nunca perde seu compromisso com a vida.
7. Fortalecimento das ligas acadêmicas e incentivo à pesquisa
As ligas acadêmicas são, para muitos estudantes, o primeiro contato com a Infectologia — um espaço onde nasce a curiosidade científica e o desejo de compreender o papel da especialidade na saúde pública e na prática clínica.
Hoje, porém, essas iniciativas permanecem dispersas e sem articulação nacional. A Chapa 1 propõe mudar esse cenário, criando uma rede integrada de ligas acadêmicas de Infectologia, capaz de conectar, apoiar e inspirar jovens em todo o país.
Nosso objetivo é fortalecer essas ligas e estimular a pesquisa e as atividades de extensão desde a graduação, criando um vínculo precoce entre os estudantes e a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). Apoiar as ligas é investir no futuro da especialidade — é formar desde cedo profissionais críticos, engajados e apaixonados pela ciência.
A proposta inclui o cadastro oficial das ligas junto à SBI, com reconhecimento institucional, mentoria com infectologistas experientes e acesso a materiais científicos, palestras e eventos. Pretendemos promover encontros regionais e nacionais, nos quais estudantes possam compartilhar experiências, apresentar projetos e desenvolver iniciativas de impacto social e acadêmico.
Também queremos estimular a pesquisa precoce, oferecendo espaço para que trabalhos de ligantes sejam apresentados em congressos e premiados, valorizando o esforço e o mérito científico. Além disso, os estudantes poderão se conectar a grupos de pesquisa e orientadores vinculados à SBI, ampliando oportunidades de produção científica.
As ligas ativas e reconhecidas terão benefícios diretos, como descontos em cursos e congressos, certificação oficial da SBI e acesso a programas de bolsas, estágios e fomento para atividades de extensão.
Mais do que apoiar estudantes, essa iniciativa é sobre formar líderes. Ao estimular o engajamento desde a graduação, criamos um ambiente fértil para o surgimento de novos infectologistas — preparados, críticos e comprometidos com a ciência e com a sociedade.
Fortalecer as ligas é garantir a renovação e a continuidade da Infectologia, unindo gerações em torno do mesmo propósito: transformar conhecimento em cuidado e pesquisa em futuro.
8. Fomento à produção científica e valorização do Brazilian Journal of Infectious Diseases (BJID)
Os Comitês Científicos são o coração pulsante da produção técnica e acadêmica da Sociedade Brasileira de Infectologia. São eles que transformam ciência em prática, dados em diretrizes e conhecimento em impacto. Dar mais autonomia a esses grupos é garantir uma SBI mais ágil, relevante e cientificamente sólida.
A Chapa 1 acredita que autonomia gera impacto. Por isso, propomos descentralizar decisões estratégicas e fortalecer o papel dos comitês como pólos de excelência dentro da sociedade. Com menos burocracia e mais liberdade técnica, esses grupos poderão produzir diretrizes, consensos e posicionamentos científicos com maior rapidez e relevância, respondendo aos desafios emergentes da especialidade e da saúde pública.
A autonomia virá acompanhada de transparência e reconhecimento. A composição dos comitês será baseada em critérios técnicos — como produção acadêmica, experiência comprovada e contribuição científica. O currículo dos membros dos comitês, bem como os da diretoria, serão publicados, de forma resumida, no site da SBI. Cada comitê terá planos de trabalho anuais, com metas e resultados mensuráveis, incluindo documentos técnicos, eventos científicos, participação em consultas públicas e interface com a sociedade. Comitês pouco operantes serão reavaliados para garantir dinamismo e produtividade contínua.
Fortalecer os comitês também significa dar visibilidade e voz aos especialistas que já atuam voluntariamente na linha de frente da ciência. Suas ações e composições serão publicadas no site da SBI, garantindo reconhecimento público e promovendo maior diálogo com a sociedade médica e civil. Cada comitê poderá também interagir diretamente com a mídia, tornando-se referência técnica em temas de interesse nacional.
Queremos comitês fortes, autônomos e descentralizados, representando a diversidade regional do país e ampliando a presença científica da SBI em todas as áreas da Infectologia. Esses grupos serão verdadeiros pólos de conhecimento, conectando pesquisadores, clínicos e gestores em torno de metas comuns e resultados tangíveis.
Além disso, os comitês terão papel estratégico na representação política da SBI: participando de reuniões deliberativas na CONITEC, articulando com a ANVISA a incorporação de novos antimicrobianos e representando a sociedade em discussões junto ao Ministério da Saúde.
Autonomia não é isolamento — é potência. Dar voz e força aos Comitês Científicos é garantir que a SBI fale com autoridade, agilidade e credibilidade em nome da ciência e da saúde pública.
9. Fortalecimento e Autonomia dos Comitês Científicos
A ciência brasileira em Infectologia tem força, qualidade e relevância internacional. No entanto, muitos pesquisadores ainda enfrentam obstáculos para transformar suas descobertas em publicações científicas, especialmente devido a barreiras financeiras e estruturais.
A Chapa 1 reconhece o papel fundamental do BJID, publicação oficial da SBI, como o principal veículo de divulgação científica da Infectologia nacional. Nosso compromisso é criar condições reais para que a pesquisa e a publicação científica floresçam, apoiando quem produz conhecimento em Infectologia no Brasil.
Propomos ampliar o apoio da SBI aos pesquisadores, por meio de programas de fomento (sempre que possível), capacitação em escrita científica, mentorias e parcerias institucionais que estimulem a submissão de artigos e a qualificação dos estudos nacionais. Além disso, defenderemos estratégias de valorização e divulgação das publicações do BJID, com maior visibilidade para autores brasileiros e suas contribuições.
Também sugerimos a criação de uma premiação anual para os melhores artigos publicados por associados, com destaque em congressos e canais oficiais da SBI, bem como entrevistas e divulgação dos resultados científicos em linguagem acessível à sociedade.
Valorizar a produção científica é fortalecer a Infectologia brasileira. A SBI deve continuar sendo um espaço de incentivo à pesquisa, de reconhecimento dos seus associados e de promoção da ciência nacional no cenário global, estimulando sempre a utilização do BJID.
10. Fortalecimento das Federadas, Regularização Estatutária e Integração com a Diretoria
As federadas são a presença viva da SBI em cada estado. Elas representam o elo entre a sociedade e os infectologistas de todo o país — o ponto onde as realidades locais encontram a força da atuação nacional.
Fortalecer as federadas é aproximar a SBI da sua base, garantir representatividade real e assegurar que cada região tenha voz ativa nas decisões que moldam o futuro da Infectologia brasileira
A Chapa 1 propõe um plano de integração e fortalecimento das federadas, combinando suporte institucional, atualização estatutária e maior articulação com a diretoria nacional. O objetivo é construir uma SBI mais coesa, legítima e presente em todo o território, com governança sólida, comunicação ágil e reconhecimento mútuo entre centro e base.
A regularização estatutária é um passo essencial. Muitos estatutos regionais estão defasados e precisam de atualização para garantir transparência e segurança jurídica. Propomos também revisar o estatuto nacional da SBI, incluindo a eliminação da possibilidade de reeleição de presidentes, fortalecendo a alternância de lideranças e a cultura democrática da sociedade.
Com federadas regularizadas e integradas, teremos decisões mais alinhadas e respostas mais rápidas às demandas locais e nacionais — desde emergências sanitárias até ações de prevenção e campanhas públicas. Essa sinergia também permitirá unificar posicionamentos técnicos, evitando mensagens conflitantes e fortalecendo a credibilidade institucional da SBI perante órgãos de governo, mídia e sociedade civil.
Queremos dar maior visibilidade e protagonismo às ações regionais, destacando o trabalho das federadas e de seus líderes nos canais oficiais da SBI — site, newsletters e redes sociais. Além disso, propomos missões técnicas e intercâmbios entre federadas, para compartilhar experiências e replicar projetos de sucesso em diferentes regiões.
Uma SBI com federadas fortes é uma SBI mais representativa, plural e influente. Quando as vozes locais são ouvidas, a sociedade cresce unida, ganha legitimidade científica e consolida seu papel como referência nacional em Infectologia e saúde pública.
Fortalecer as federadas é fortalecer a própria SBI — uma instituição que escuta, integra e representa todos os infectologistas do Brasil.
11. Criação de Política de Manejo de Conflito de Interesses
A credibilidade de uma instituição científica se constrói com base na confiança — e a confiança nasce da transparência. A Chapa 1 propõe a criação de uma política estruturada de manejo de conflito de interesses, que garanta que todas as decisões da Sociedade Brasileira de Infectologia sejam tomadas com ética, clareza e foco no interesse coletivo.
Com regras bem definidas, a SBI reforçará seu compromisso com a transparência científica, política e financeira, assegurando que cada posicionamento, parceria e decisão seja guiado por critérios objetivos e pelo interesse da sociedade.
Essa política trará proteção institucional e individual, oferecendo segurança jurídica e ética a todos os membros — diretoria, comitês científicos e grupos de trabalho. Todos deverão apresentar declarações formais e atualizadas de conflito de interesses, garantindo uma atuação dentro de parâmetros claros e auditáveis. As declarações de conflito de interesse dos membros da diretoria e dos comitês científicos ficarão disponíveis no site da SBI. Essas ações permitirão ainda maior transparência nos processos de elaboração de documentos, incluindo revisão externa e independente de diretrizes e posicionamentos oficiais, alinhando a SBI às boas práticas internacionais adotadas pelas maiores sociedades médicas do mundo.
A transparência também aproxima. Com uma política sólida e pública de manejo de conflitos, a SBI fortalecerá sua reputação diante de médicos, pacientes, gestores, órgãos reguladores, indústria e parceiros institucionais.
Ser reconhecida como uma sociedade eticamente inquestionável é mais do que um ideal — é um compromisso com a medicina baseada em evidências e com o serviço à sociedade.
Transparência gera confiança. E confiança é o fundamento de toda ciência que transforma.
12. Transparência nos Processos de Comunicação, Publicidade e Gestão de Recursos
A credibilidade de uma sociedade científica se sustenta na confiança — e a confiança se constrói com transparência. A Chapa 1 acredita que a Sociedade Brasileira de Infectologia precisa ampliar seu lugar de referência técnica, ética e plural, com regras claras, processos públicos e relações responsáveis com a indústria, os parceiros institucionais e seus próprios associados.
Nosso compromisso é com uma SBI ética, científica e a serviço da coletividade, onde o mérito vale mais do que cargos e o protagonismo é conquistado pela produção de conhecimento, não por posições de poder.
Isso significa garantir que os eventos da sociedade prestigiem verdadeiros especialistas — profissionais que atuam e produzem em suas áreas. Queremos congressos e jornadas regionais voltados à ciência e à troca de saberes.
A transparência também deve nortear a relação da SBI com a indústria. As parcerias são legítimas e necessárias, mas precisam ocorrer sob regras públicas, éticas e auditáveis. Os recursos obtidos devem sempre beneficiar o associado e a comunidade científica.O associado deve ter a certeza de que nenhum posicionamento técnico ou decisão institucional é influenciado por patrocínios.
Outro pilar fundamental é a proteção dos dados dos associados.
A base de informações da SBI é um patrimônio coletivo e não pode ser utilizada como moeda de troca comercial. A monetização de leads e compartilhamento de contatos com patrocinadores fere a confiança e a legislação (LGPD). Qualquer uso de dados deve ser transparente, consentido e orientado por finalidade científica e educacional.
A Chapa 1 defende critérios transparentes para a atuação institucional e para parcerias externas, assegurando que as ações da SBI mantenham independência, integridade e representatividade. O que é da Sociedade deve permanecer a serviço de todos os seus associados.
Por fim, defendemos a realização de prestações de contas trimestrais, abertas aos associados, como instrumento de transparência e governança. Assim, cada recurso, parceria ou decisão poderá ser acompanhada de forma pública e responsável.
Transparência não é um discurso, é uma prática diária que fortalece a ética, o pertencimento e a legitimidade.
A Chapa 1 quer uma SBI guiada pela ciência, sustentada pela confiança e movida pelo interesse coletivo.
13. Atualização e Modernização do Site da SBI
Uma sociedade científica de referência precisa de um portal à altura da sua relevância.
A Chapa 1 propõe a criação de um portal digital da SBI: moderno, intuitivo, acessível e alinhado aos padrões internacionais das principais sociedades médicas do mundo. Um espaço vivo de conhecimento, serviços e oportunidades, que conecte ciência, tecnologia e pessoas.
A nova área do associado será o coração desse projeto.
Cada membro poderá acessar um ambiente personalizado com benefícios, histórico de participação, certificados, inscrições e pagamentos simplificados. Alertas inteligentes informarão sobre novos consensos, diretrizes, cursos e editais da área de interesse, transformando o site em um verdadeiro assistente digital para o infectologista.
A plataforma também integrará cursos online e capacitações EAD, centralizando o aprendizado contínuo da especialidade em um só ambiente. O sistema permitirá registro automático de participação e emissão instantânea de certificados, facilitando o acompanhamento da educação médica continuada.
Com a incorporação de ferramentas de inteligência artificial, o portal oferecerá busca inteligente em diretrizes e consensos, suporte para dúvidas rápidas e recomendações personalizadas de conteúdo, adaptadas ao perfil do associado — seja residente, especialista, gestor ou pesquisador.
Além da tecnologia, o projeto trará uma renovação estética e funcional completa: design moderno, navegação intuitiva, acessibilidade ampliada e experiência fluida em qualquer dispositivo. A ideia é que o associado se sinta valorizado e representado ao interagir com o site — como parte de uma instituição viva, dinâmica e conectada.
Modernizar o site é mais do que atualizar um layout.
É reposicionar a SBI como uma sociedade científica moderna, acessível e global, capaz de oferecer ao infectologista brasileiro o mesmo nível de excelência digital das maiores instituições internacionais. Também propomos expandir uma área do site para o público leigo, para que as pessoas possam receber informações de qualidade sobre tópicos específicos da especialidade.
Uma SBI que comunica melhor é uma SBI mais forte e mais próxima de quem faz a Infectologia acontecer todos os dias.
14. Representatividade Internacional com Parcerias, Estágios e Produção Científica Conjunta
A Infectologia é, por essência, uma especialidade global. Do controle de epidemias às políticas de vacinação, os desafios que enfrentamos ultrapassam fronteiras — e as soluções também.
A Chapa 1 acredita que é hora de reposicionar a SBI no cenário internacional, fortalecendo sua presença e ampliando as oportunidades para associados, residentes e pesquisadores brasileiros.
Nossa proposta é construir uma rede global de colaboração científica e educacional, baseada em parcerias estratégicas, intercâmbios e produção conjunta de conhecimento. Isso significa abrir portas, compartilhar saberes e garantir que o Brasil ocupe o lugar de destaque que merece no mapa da Infectologia mundial.
Propomos estreitar laços com sociedades internacionais como IDSA, ESCMID, SHEA, ISHAM e Infocus, entre outras, por meio de convênios, eventos conjuntos, simpósios e capacitações bilaterais. Essas parcerias serão institucionais — voltadas ao fortalecimento da SBI e de seus membros.
A internacionalização também passa por programas de mobilidade. Queremos criar oportunidades reais de estágios e intercâmbios em centros de referência fora do país, especialmente para residentes e jovens pesquisadores. Essas experiências impulsionarão o aprendizado, a inovação e a formação de lideranças científicas brasileiras preparadas para dialogar com o mundo.
Outro eixo é a produção científica em rede. A SBI deve estimular e apoiar pesquisas multicêntricas internacionais, promovendo visibilidade para o BJID e ampliando colaborações com grupos de excelência. O objetivo é conectar pesquisadores brasileiros a projetos de impacto global, ampliando o alcance e a relevância da ciência feita no país.
A representatividade internacional também se constrói com lideranças ativas. Vamos incentivar infectologistas brasileiros a ocuparem posições em comitês internacionais, aumentando a presença da SBI em fóruns globais sobre resistência antimicrobiana, vacinação, infecções hospitalares e doenças tropicais. É hora de o mundo ouvir mais sobre as nossas endemias e sobre o conhecimento produzido no Brasil.
Mais que prestígio, essa integração traz benefícios concretos para o associado: mais oportunidades de capacitação, networking e reconhecimento científico.
Fortalecer a representatividade internacional é fortalecer a própria Infectologia brasileira — levando nossa ciência para o mundo e trazendo o mundo para mais perto de nós.
15. Descentralização dos Eventos Científicos no Brasil
A ciência só é verdadeiramente forte quando é compartilhada por todos.
Hoje, a maioria dos eventos científicos da SBI se concentra nas regiões Sudeste e Sul, o que limita a participação de profissionais de outras partes do país e não democratiza o acesso ao conhecimento. Essa concentração geográfica não reflete a riqueza e a diversidade da Infectologia brasileira.
A Chapa 1 propõe uma descentralização efetiva dos eventos científicos, levando a SBI para mais perto de seus associados — de norte a sul do Brasil. Queremos valorizar as diferenças regionais, fortalecer as federadas e garantir que cada realidade epidemiológica tenha espaço para ser discutida com profundidade e representatividade.
Nosso compromisso é promover mais encontros científicos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com temas relevantes para cada contexto local, como arboviroses, zoonoses, tuberculose, infecções em transplantados e doenças emergentes. A ideia é que os eventos reflitam o Brasil real, diverso, complexo e plural.
A descentralização também é uma questão de acesso e equidade. Ao expandir a realização de eventos presenciais e online, reduzimos custos de deslocamento e hospedagem, tornando a participação mais inclusiva.
.Propomos, sempre que possível, oferecer gratuidade de inscrição para associados em eventos virtuais, ampliando o acesso e democratizando o conhecimento científico.
Descentralizar é também fortalecer as federadas.
Quando as sociedades regionais ganham visibilidade, a SBI se fortalece como um todo. Cada evento realizado fora do eixo tradicional é uma oportunidade de reconhecer o trabalho local, dar protagonismo a palestrantes regionais e estimular o engajamento científico nas diferentes comunidades da Infectologia.
Com essa política, a SBI se tornará de fato nacional, e não apenas concentrada em um eixo. Uma sociedade que valoriza a diversidade geográfica e epidemiológica do país é uma sociedade mais representativa, justa e conectada.
Nosso objetivo é claro: fazer com que a Infectologia chegue a todos os cantos do Brasil, compartilhando conhecimento, fortalecendo vínculos e inspirando novas lideranças.
16. Programas de Intercâmbio e Aproximação com Sociedades Internacionais
A Infectologia é, por natureza, uma especialidade sem fronteiras. As doenças que estudamos e combatemos são globais — e as soluções, também.
Por isso, a Chapa 1 propõe a criação de programas de intercâmbio e aproximação com sociedades internacionais, fortalecendo o papel da SBI no cenário mundial e ampliando as oportunidades de formação, pesquisa e atuação para infectologistas brasileiros.
Esses programas terão como foco principal residentes e jovens médicos, criando oportunidades reais de estágios e treinamentos de curta duração em centros de referência internacionais. A experiência prática em stewardship antimicrobiano, controle de infecção, manejo de imunossuprimidos e vigilância epidemiológica permitirá a formação de uma nova geração de profissionais preparados para atuar com excelência em um mundo interconectado.
A proposta também inclui o estreitamento de laços com sociedades e grupos de relevância global, como IDSA, ESCMID, SHEA, ISHAM, IAS e Infocus. Por meio de convênios institucionais, promoveremos participações conjuntas em congressos, diretrizes, cursos e grupos de trabalho colaborativos, reforçando o intercâmbio científico entre o Brasil e o exterior.
A produção científica em rede será outro eixo fundamental.
Queremos fomentar pesquisas multicêntricas internacionais, dar maior visibilidade às redes de colaboração brasileiras já existentes e aumentar a participação de pesquisadores nacionais em publicações de alto impacto. A Infectologia brasileira tem muito a contribuir — especialmente em áreas nas quais somos referência, como arboviroses, histoplasmose, HIV e resistência antimicrobiana.
A troca de experiências deve ser contínua e acessível.
Por isso, propomos também eventos e simpósios online de intercâmbio científico, conectando pesquisadores brasileiros e estrangeiros a um custo reduzido, democratizando o acesso ao conhecimento global.
Essas ações posicionarão a SBI como uma sociedade médica de prestígio internacional, ampliando sua credibilidade, atraindo novos associados, fortalecendo parcerias estratégicas e abrindo oportunidades de financiamento e cooperação.
Mais do que formar especialistas, queremos formar lideranças globais, capazes de levar a Infectologia brasileira para o mundo e trazer o mundo para dentro da nossa prática.
17. Aproximação com as Sociedades Médicas Brasileiras
A Infectologia é uma especialidade que dialoga com todas as outras.
Cada decisão tomada por um infectologista impacta diretamente áreas como clínica médica, urologia, ginecologia, oncologia, hematologia, cirurgia, reumatologia e terapia intensiva.
Por isso, a Chapa 1 propõe fortalecer os laços da SBI com as demais sociedades médicas brasileiras, construindo pontes e promovendo uma atuação verdadeiramente integrada, colaborativa e interdisciplinar.
Aproximar a SBI de outras especialidades significa construir diretrizes conjuntas, protocolos intersocietários e consensos multidisciplinares, ampliando a legitimidade científica da sociedade e o reconhecimento do infectologista como referência técnica dentro das equipes de cuidado. Essa integração permitirá que decisões clínicas complexas sejam tomadas de forma mais coordenada, baseada em evidências e focada na segurança dos pacientes.
Propomos mesas-redondas, simpósios e congressos integrados com outras sociedades médicas, fortalecendo a interdisciplinaridade e ampliando o alcance científico da Infectologia no cenário nacional. Essa colaboração inclui também a participação ativa de infectologistas em eventos de outras especialidades, levando o conhecimento da área para novos contextos e promovendo trocas ricas entre profissionais de diferentes campos.
Mais do que uma estratégia, essa aproximação é uma forma de valorização institucional.
Uma SBI que atua em rede é uma sociedade mais forte, com maior capacidade de influência política e científica. Ao dialogar com outras entidades médicas, reforçamos o papel da Infectologia em temas transversais, como infecções hospitalares, profilaxias, antimicrobianos, imunossupressão e segurança do paciente.
O impacto é direto para o associado: mais reconhecimento dentro das equipes multiprofissionais, novas oportunidades de atuação e uma visão ampliada sobre o cuidado compartilhado.
Integrar é somar forças.
Ao se aproximar de outras sociedades médicas, a SBI se consolida como um centro de referência, diálogo e cooperação, reafirmando o papel do infectologista como especialista essencial no cuidado moderno e interdisciplinar.
18. Cuidados Paliativos na Infectologia
A Infectologia sempre esteve na linha de frente do cuidado. Mas, em um cenário de pacientes cada vez mais complexos, com doenças crônicas, imunossupressão e múltiplas comorbidades, o cuidado precisa ir além da cura.
Por isso, a Chapa 1 defende a integração dos Cuidados Paliativos como uma área legítima de atuação do infectologista, reconhecida e valorizada pela SBI.
O cuidado paliativo é, antes de tudo, um compromisso com a dignidade e com a qualidade de vida. Envolve manejo de sintomas, comunicação empática, decisões compartilhadas e suporte integral — sempre alinhado à ciência e ao respeito pelas escolhas de cada pessoa.
O infectologista tem papel fundamental nesse processo, por sua vivência com pacientes em fases avançadas de doenças infecciosas crônicas, em terapias prolongadas ou em contextos de imunossupressão.
Propomos a criação de um Grupo de Trabalho de Cuidados Paliativos em Infectologia, sob coordenação da SBI, com o objetivo de discutir protocolos, elaborar materiais técnicos e promover eventos científicos que consolidem essa integração entre as áreas.
Além disso, o tema deve estar presente nas Jornadas e Congressos de Infectologia, ampliando a discussão e estimulando novas pesquisas, projetos de extensão e espaços de formação.
Também propomos cursos e capacitações voltados a infectologistas, com foco no manejo clínico e nas dimensões éticas, comunicacionais e interdisciplinares do cuidado paliativo.
A SBI pode — e deve — liderar a produção de diretrizes e posicionamentos oficiais sobre o papel do infectologista nos cuidados paliativos, incentivando uma prática que una técnica, empatia e responsabilidade social.
Ao incorporar os cuidados paliativos como campo legítimo da Infectologia, reafirmamos nosso compromisso com o cuidado integral, com a ciência e com o ser humano em todas as fases da vida.
Cuidar também é aliviar.
E esse é um papel que a Infectologia precisa ocupar com sensibilidade, preparo e protagonismo.
Quem somos?
Conheça nossa chapa
A mudança começa agora! Votando na Chapa 1, vamos transformar a SBI em uma instituição ainda mais forte, moderna e transparente.
Ricardo Diaz (SP)
Presidente SBI
Ricardo Sobhie Diaz é médico infectologista e pesquisador em virologia, com foco em HIV/aids. Professor da Disciplina de Infectologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo e chefe do Laboratório de Retrovirologia da instituição. Possui ampla produção científica e experiência em orientação acadêmica nas áreas de virologia e terapias antirretrovirais.
Tânia Vergara (RJ)
Vice-presidente SBI
Tânia Vergara é médica infectologista, mestre em DIP pela UFRJ, doutora em medicina pela UNIFESP, pesquisadora associada do Laboratório de Retroviroligia, presidente da SIERJ de 2020 a 2024, coordenadora de eventos científicos da SIERJ.
Rodrigo molina (MG)
1º Tesoureiro
Rodrigo Molina é médico infectologista, mestre em Medicina Tropical e Infectologia pela Universidade Federal do Triângulo Mineito (UFTM). Professor de Doenças Infecciosas e Parasitárias da UFTM. Gerente Administrativo do HC-UFTM.
Thor Dantas (AC)
2º Tesoureiro
Thor Dantas é médico Infectologista, com área de atuação em Hepatologia. Graduado pela UFRJ, Mestre e Doutor em Medicina Tropical pela UnB, Professor de Doenças Infeciosas e Parasitárias da Universidade Federal do Acre (UFAC). Supervisor do Programa de Residência Médica em Infectologia do Hospital da Fundação Hospital Estadual do Acre.
Melissa Medeiros (CE)
Coord. de Informática
Melissa Medeiros, médica infectologista e doutora em Farmacologia pela UFC. Fellow pela Universidade da Virgínia. Pós graduação em Gestão de Tecnologia e Inovação pela PUC-Paraná. Coordenadora da Telessaude do Ceará. Professora do Mestrado Profissional Ensino na Saúde e Tecnologias Educacionais
Karen Morejón (SP)
Coord. de Comunicação
Karen Mirna Loro Morejón, médica infectologista. Mestre e doutora em clínica médica pela FMRP-USP. Médica assistente da Unidade Especial de Terapia de Doenças Infecciosas (UETDI) do HCFMRP-USP. Professora da Disciplina de Infectologia do Centro Universitário Barão de Mauá. Coordenadora do SCIRAS do Hospital Unimed de Ribeirão Preto.
Valéria Paes Lima (DF)
1ª Secretária
Valéria Paes, médica infectologista. Mestre em Infectologia pela UNIFESP, especialista em Medicina Tropical e Doutoranda pelo Núcleo de Medicina Tropical da UnB. Professora de Doenças Infecciosas e Parasitárias da UnB. Infectoligista da CCIH do Sirio Libanês de Brasília
Demetrius Montenegro (PE)
2º Secretário
Demetrius é médico infectologista com residência em Saúde Pública e Infectologia pela Universidade de Pernambuco e mestre em Medicina Tropical pela UFPE. Realizou fellowship em Doenças Infecciosas no Hôpital Necker – Enfants Malades, em Paris. Atualmente é chefe do Serviço de Infectologia do Hospital Universitário Oswaldo Cruz da Universidade de Pernambuco e membro da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Português.
Alessandro Pasqualotto (RS)
Coord. Científico
Alessandro Pasqualotto é médico infectologista, pós-doutor pela Universidade de Manchester. É Fellow da Confederação Europeia de Micologia, pesquisador 1B do CNPq, professor de infectologia da UFCSPA e chefe do serviço de DIP da Santa Casa de Porto Alegre.
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